Fenae e APCEF/MG apoiam candidatura de Rita Serrano ao CA da Caixa

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Teve início nesta segunda-feira (18) a eleição para representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal. Na hora de votar, os trabalhadores devem ficar atentos: é preciso colocar zero na frente do número do candidato. Os votos sem o zero serão anulados. Para votar na atual conselheira Rita Serrano, candidata apoiada pela Fenae, é preciso digitar 0149.

Todos os empregados ativos poderão votar. Para quem está de férias ou de licença o voto está liberado. A eleição será realizada pela rede do banco. Para votar, o empregado deverá acessar a rede interna eleicaoca.caixa, usando sua matrícula e senha e escolher seu candidato.

Cerca de 200 candidatos se inscreveram para o pleito. Para conseguir a vaga, o eleito precisa conseguir 50% mais um dos votos. Caso nenhum candidato alcance o número de votos haverá segundo turno, que acontecerá de 2 a 6 de dezembro.

Democratização

O presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, lembra que a instituição dos conselheiros representa um avanço no processo de democratização da gestão e de ampliação do controle social. “Nesse momento de ataque, seu papel se amplia no sentido de que temos de defender os direitos dos trabalhadores e a manutenção da Caixa pública. Por isso, convidamos todos os empregados do banco a acompanhar e participar do processo eleitoral”, acrescentou Ferreira.

A Fenae juntamente com um conjunto das entidades representativas dos empregados da Caixa se uniu em torno de uma única candidatura ao CA, a de Rita Serrano, que tem lutado para manter o papel social da Caixa, sustentável e íntegra. “A unidade que estamos vendo nesse momento representa a força da candidatura da Rita Serrano, o reconhecimento do trabalho que ela vem fazendo no Conselho de Administração”, afirmou o vice-presidente da Fenae Sergio Takemoto.

Com as mudanças política e econômica que o país sofreu nos últimos anos, também cresceu o desafio da Conselheira, principalmente nas questões referentes às privatizações. Segundo Rita, a nova gestão exigiu dos empregados e de seus representantes mais agilidade, organização e estratégia para tentar impedir a entrega do patrimônio público.

“A experiência dessa primeira etapa aliada ao apoio de colegas de todo o Brasil e dos mais diversos segmentos de representação dos empregados dá mais coragem e a convicção necessárias para seguir em frente”, ressaltou a conselheira.

Fonte: Fenae

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